segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

A amiga da minha esposa



Meu nome é Fred, tenho 38 anos, 1,81m, 72 kg, moreno claro. Karla, minha esposa, tem 28 anos, 1,68m, 52 kg, morena clara. Cris, a amiga da minha esposa, tem 29 anos, 1,60m, 48 kg, morena clara. Moramos em Juiz de Fora-MG.
Quase todos os anos nós passamos o Natal e Reveillon em Cabo Frio. Na passagem de ano 1999/2000 não foi diferente, pois temos casa lá.
As duas, Karla e Cris, são muito amigas e sempre viajam juntas. Numa das viagens a Cabo Frio, sugeri que fôssemos a uma praia de nudismo em Búzios, a Olho de Boi. Elas me olharam meio desconfiadas e sorriram.
Chegamos. Descarregamos nossas ‘tralhas’ do carro e à tarde fomos à rua dos biquínis para que vissem alguns modelos novos. Ao acharem o que procuravam, convidei-as pra dar uma chegada num barzinho no canal. Algumas caipirinhas depois, o clima estava meio alegre e fomos pra casa tomar banho. Já em casa, notei que a Cris me olhava de um modo meio sacana e isso me deixou com alguma esperança. Claro que a Karla não poderia nem sonhar.
Fomos tomar banho, eu e Karla, quando, de repente, a Cris aparece de toalha, perguntando se não podia tomar banho também. Fiquei sem graça, mas a Karla disse: ‘– Só se formos nós duas, amiga!’. Achei a resposta muito excitante e lá as duas para o banho. Fiquei na sala vendo TV e ouvindo risadas. Depois de ‘algumas horas’, elas aparecem, de camiseta e calcinha, sentenciando numa só voz:
– ‘Agora é a sua vez!’
Fui tomar banho crente que as duas iriam me ajudar, mas que nada, foram para o quarto deitar.
Depois do banho fui para o quarto e encontrei Karla nua. Aquilo me deixou num tesão do caralho e já entrei no quarto tirando o short e deitando sobre ela. Ela deu um gemido, mas concordou com a minha atitude. Beija-a devagar no pescoço, descendo pelas costas e indo até rego. Cheguei no cuzinho cheiroso e dei uma lambida que a fez se contorcer toda. Abri as perninhas e dela lambi aquela xoxota rosada até sair mel gostoso. Virei-a de frente e lhe lambi os seios. Ela segurou minha cabeça e a colocou entre as pernas dela. Cada vez que eu a lambia ela respondia com um gemido. Depois de completamente excitada, ela se virou e chupou meu pau, colocando-o todo na boca – sugava-o com tamanha força que parecia querer arrancá-lo. Fizemos um 69. Na hora do gozo, coloquei meu pau na sua xoxota e empurrei devagarzinho, depositando meu sêmen na minha mulherzinha fogosa. Ficamos deitados por um tempo. De repente ela pergunta:
– Fred, aquela proposta de Búzios está de pé?
– Claro!
Na manhã seguinte, no café, o papo de Búzios rolou. Karla estava excitada com a proposta e Cris meio desconfiada. Depois do café fomos escolher a praia.
Cris vestia um biquíni minúsculo e Karla não deixou por menos e estava maravilhosa com outro minúsculo biquíni.
Fomos até a praia das Conchas. Estava um pouco cheia e Karla sugeriu que fôssemos até o Peró, mas, pra nossa surpresa, Cris disse:
– Que tal Búzios?
Era isso que faltava.
Fomos até Búzios e ficamos em Geribá. Depois fomos almoçar na Rua das Pedras e, à tarde, fomos visitar outras praias. À noite fomos comer uns crepes e jogar conversa fora. Na conversa, Cris disse que ouviu os gemidos de Karla e ficou com ‘inveja’. Não podendo deixar passar essa, disse:
– Por que você não foi lá participar?
Ela sorriu e disse:
– Da próxima vez eu vou.
Karla deu uma risada gostosa e apertou minha perna. Pensei: ‘falei merda’.
Fomos dançar num lugar chamado COCO DOIDO, na praia. Estava lotado, mas valeu pela música e pela companhia.
Na manhã seguinte, no café, pergunta Karla:
– Em que praia vamos?
– Olho de Boi! – Cris sugeriu.
Achei ótimo.
No caminho Cris nos contou que tinha curiosidade de ir a praia dessas, pois Karla sempre falava das nossas aventuras nesses tipos de lugares...
Depois de subirmos e descermos vários morros, chegamos ao ‘paraíso’. Todo mundo nu. Cris ficou meio sem jeito, mas Karla tentou ambientá-la, tirando a parte de cima do biquíni. Tirei a sunga e fomos arrumar um local pra ‘armar’ a barraca. Cris tirou a parte de cima e ficou sentada na kanga. Karla já estava nua, linda, gostosa, e eu começando a ficar de pau duro. Fui até a água pra aliviar o MICO. Quando voltei, Cris estava nua e de costas. Nossa que visão! Aquela xoxota rosada e fechadinha e aquela bunda maravilhosa. Karla sacou meu interesse e me chamou pra passar bronzeador nela. Ela também estava de costas e passei o bronzeador nas costas dela. Fui descendo até sua linda bunda e passando entre as pernas – de quebra massageei-lhe discretamente a xoxota. Ela ficou um pouco excitada. Quando acabei, Cris pediu pra Karla passar bronzeador nela.
– Peça para o Fred passar.
Cris me olhou e disse:
– Você quer?
– Só se for agora!
Comecei. Devagarzinho, fui descendo até chegar no rego, e que rego! Penugem  loura... Deu vontade de morder aquela xoxota. Que xoxota! Passava bem devagar, quase encostando na xoxota dela. Toda vez que passava o bronzeador no cuzinho dela, sentia as nádegas se retraírem. Nessas horas meu pau se erigia, não tinha como evitar. Quando acabei de passar o bronzeador, estava de pau duro e fiquei sentado até acalmar a situação. Ela deu uma olhada e sorriu. levantei e fui pra água – antes de sair tive que baixar o fôlego, pois nas praias de nudismo, uma das regras é ter que observar tanta gostosa nua sem ficar de pau duro. Eita vida difícil!
Quando estou saindo da água, Cris vem ao meu encontro e pede pra eu voltar. Finalmente pude ver os lindos seios daquela morena: pareciam dois pêssegos, lindos e durinhos. Não havia quem não olhasse. Ficamos um pouco sozinhos na água e Karla veio depois, sugerindo que déssemos uma volta pelo morro. Topei na hora. Cris topou também. Pegamos nossas coisas e fomos subir o morro em direção ao outro lado. As duas foram na frente e a minha visão era de cinema: duas xoxotas andando na minha frente, que imagem!
Chegamos ao alto e vimos aquele mar lindo, quase parado, contracenando com o sol maravilhoso e o céu azul. Karla pegou a kanga e a colocou no chão para sentarmos e ficamos ali por algum tempo vendo as pessoas lá em baixo e aquele visual. Karla se deitou e me pediu um beijo. Deitei-me sobre ela e dei um longo beijo. Durante o beijo senti uma mão nas minhas costas, era Cris dizendo:
– Posso participar?
Dei-lhe um beijo nos lábios e ela se deitou ao lado de Karla. Ora beijava Cris ora Karla. Fui lambendo a Cris devagar: os seios dela eram tão deliciosos que dava vontade de não parar. Karla massageava meu pau e eu lhe massageava a xoxota. Isso durou alguns minutos e resolvemos ir pra casa.
Chegando em casa fomos tomar banho os três. As línguas rolavam de cima pra baixo e de baixo pra cima. Ninguém tinha dono.
Fomos para cama. Lambi Cris todinha, enquanto Karla pagava um boquete muito gostoso em mim. Depois de lamber a Cris, fui lamber a Karla, pra não ter briga. Nesse momento Cris deu um beijo na minha esposa e as duas iniciaram uma sessão de carícias. Deixei-as a sós e fiquei observando aquela cena de duas mulheres se amando. Depois de um tempo elas me chamaram, dizendo: ‘Agora é a sua vez!’
Nunca tinha sido tão chupado e beijado. Cris queria que eu lhe comesse o cuzinho. Karla exigiu:
– Vai amor! Atende ao pedido dela.
Cris ficou de quatro. Karla, embaixo dela, buscou uma posição satisfatória, pois queria me ver penetrando o rabinho da amiga.
Enfiei um dedo. Depois o outro...
– Dedo não! quero um pau dentro dele!
– Você quem manda, mãezinha!
Posicionei o vergalhão de 19m e comecei a aproximação do ‘invasor de contramão’!
Movimentei lentamente – não sei ao certo, mas quanto mais lentamente eu penetrava intensamente ela gemia. A impressão que me deu foi a de que a mocinha gostava de sentir cada pedacinho de mim preenchendo o rabinho dela.
Eu estava com tanto tesão que parecia explodir. Meu cacete era um artefato bélico que explodiria dentro daquele cu, despedaçando-o. Minha esposa não curtia muito sexo anal, mas, confesso: Cris, apesar de baixinha, já devia ter dado muito porque a resistência simplesmente inexistiu. E olhe que meu membro não é dos menores.
Comecei a bombar mais rapidamente. Ela gritava.
– Não goze dentro, tá! Quero a porra no meu corpo.
Quando estava prestes a gozar, tirei e o segurei, apertando a cabeça com a mão, pra não gozar. Cris e Karla ficaram deitadas uma ao lado da outra e gozei sobre as duas. Foi porra pra todo lado. As duas sorriam e lambiam meu pau. Passavam porra uma na outra – pareciam criancinhas brincando com massa de modelar. Fomos para outro banho e outra sessão de lambidas.
Nunca esqueceremos o verão de 2000 e já decidimos que passaremos juntos o carnaval em Cabo Frio. Oxalá, seja tão bom quanto a passagem de ano.

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