quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Chantageada pelo diretor do meu serviço


Trabalho numa empresa há quase 14 anos, numa repartição que se destina a atendimento ao público. E, durante todos esses anos, nunca havia sido assediada por ninguém, pois procuro portar-me com bastante discrição, haja vista que sou casada e mãe de duas filhas.
Mas, um belo dia, na hora do almoço dos funcionários, quando a maioria se encontrava fora da repartição, estava somente eu no atendimento quando entra o Diretor de outra área, um senhor de idade, aparentando ter seus 55 anos. Ele começa a fazer elogios: diz que sempre fica observando meu jeito, minha maneira de andar, rebolando a bundinha empinada; que gosta das roupas provocantes que coloco, de vez em quando – palavras dele.
Disse para ele parar e fazer o favor de ir embora – minha chefa poderia chegar a qualquer momento e não entenderia nada daquela situação. Ele disse que tudo bem, que iria, mas com a condição de que um dia eu sairia com ele. Respondi: você não consegue enxergar a aliança no meu dedo, seu cretino!
Parecia que havia me deixado em paz, até o dia que surgiu uma confraternização de funcionários de fim de ano. Foi numa boate de minha cidade. Nesse dia, disse ao meu marido que não poderia ir porque os convites eram limitados somente aos funcionários. Produzi-me de uma maneira muito sensual, coloquei um vestido branco, bem curtinho, cobrindo apenas minha calcinha, era meio transparente, dava pra ver os contornos do meu corpo e a pequena calcinha que coloquei – vermelha. Em cima, como meus seios são pequenos, deixei-os bem à vontade, ou seja, sem sutiã. Coloquei uma sandália de salto alto, vermelha, para combinar com a calcinha. Meu marido, quando viu, ficou furioso e pediu pra que eu tirasse tudo, pois não estava apropriado para a festa que iria, ainda mais sozinha. Brigamos e resolvi sair da maneira como havia me produzido, pois acreditava que a roupa estava legal.
Cheguei à boate e fiquei um tempo na entrada, esperando pela chegada de minhas amigas de serviço. Os minutos passavam e elas nada, até que surge o Diretor que tempos atrás havia me cantado. Quando ele me viu naquele traje bem sexy e provocante, quase deu um troço no velho. Ele me cumprimentou, dizendo que estava muito bonita e atraente... Convidou-me para entrar com ele. Disse que estava esperando minhas amigas e ele ficou do meu lado, insistindo. “Se não entrar comigo, faço uma baixaria aqui na entrada!” Ele era inconveniente mesmo!
Resolvi aceitar com a condição de que ele não tentaria nenhuma gracinha durante a festa. Sentamos numa mesa, num local meio escuro, lugar escolhido por ele, acredito que já estava com segundas intenções. Começamos a conversar e ele já veio com cantadas, dizendo que há muito tempo esperava esse momento, que ficava sempre arrumando uma maneira de ir ao meu setor somente pra ver com que roupa eu havia ido trabalhar naquele dia. Pediu umas doses de whisky e, como não estou acostumada a beber, depois de uns dois copos já fui ficando meio alegre e ele começou a se aproveitar: primeiro tirou-me pra dançar e, enquanto dançávamos, foi escorregando a mão pela minha bunda e no meu ouvido, falando obscenidades que foram me excitando e me deixando de pernas mole.
Voltamos à mesa e ele pediu outra dose. Enquanto bebíamos, ela passava, por debaixo da mesa, as mãos nas minhas coxas – com o vestido curtinho que estava, não oferecia muita resistência aos seus ataques. De tanto procurar, encontrou o ponto que queria atingir: minha xoxotinha que já estava inteiramente molhada.
Por um instante recobrei o juízo e disse pra ele parar com aquilo... Alguém poderia ver e pegaria mal. Então, ele propôs que saíssemos de lá e fôssemos a um motel – assim, não chamaríamos a atenção de ninguém. Eu, que nunca havia traído meu marido nem em pensamento, acredito que pelas doses de whisky que havia tomado e por estar meio alegre, acabei aceitando o convite daquele senhor de 55 anos, que tinha idade de ser meu pai. Fomos a um motel um pouco afastado da cidade e ele, no caminho inteiro, foi me bolinando, aumentando ainda mais os meus desejos.
Mal entramos no quarto e já estávamos nus. Parecia que tudo aquilo era muito natural pra mim. Quando o vi nu, levei um susto – apesar da idade, ele tinha uma forma física invejável e uma pica de uns 21cm, bem maior que a do meu marido. Ele não cansava de elogiar minhas curvas, o que foi me liberando a ponto de me entregar totalmente, esquecendo que era casada e mãe de duas filhas que esperavam pelo meu retorno ao lar.
Quando ele colocou a primeira vez, achei que não suportaria toda a vara daquele homem, de tão grande que era. Ele, porém, com muita habilidade, enterrou tudo, levando-me ao gozo por várias vezes. Depois de várias pirocadas, pedi uma folga para ir ao banheiro – foi aí que mudou tudo na minha vida. Sem que percebesse, ele trazia consigo, no carro, uma filmadora pequena que instalou no quarto, num ponto estratégico, enquanto eu tomava uma ducha. Filmaria tudo o que fizéssemos. Acabei de tomar o banho e não percebi nada da armação que ele havia feito. Recomeçamos nossas transas e até o cuzinho, que nunca havia dado para o meu marido, ele comeu – tudo sendo registrado pela filmadora.
Depois de duas horas de muito sexo, fomos embora. Passados alguns dias, ele me procurou no meu setor, convidando-me para ir novamente a um motel com ele. Como estava com o juízo perfeito e sem nenhuma dose de whisky na cabeça, recusei na hora. Ele me entregou um pacote com uma cópia da fita que havia gravado naquele dia e pediu pra que eu assistisse a ela com muito carinho e depois ligasse pra ele.
Quando cheguei em casa, aproveitei que meu marido não havia retornado do trabalho e as crianças ainda estavam na escola, coloquei a fita no vídeo e, ao ver as imagens, fiquei chocada. O canalha havia filmado tudo o que tínhamos feito naquela noite. Liguei imediatamente pro celular dele, falando um monte de palavrões pra ele... Chamei-o de safado... Ele falou pra baixar a bola e o escutar. Caso não queira que essa fita chegue às mãos do seu marido e arruíne seu casamento, perdendo a guarda de suas filhas, por causa da traição, terá que aceitar minhas condições e, a partir de hoje, será minha escrava do sexo, fazendo tudo o que eu quiser.
Apesar de xingá-lo muito, acabei me tornando escrava dele, fazendo as mais loucas aventuras que contarei numa próxima oportunidade, inclusive o dia em que fui obrigada a sair com vários amigos dele, numa mesma noite.


Chantageada pelo Diretor mais a esposa de seu melhor amigo

Narrei, no conto de número 1891, o dia em que caí na besteira de sair com o Diretor da empresa onde trabalho. Nesse dia, ele armou uma cilada, gravando uma fita de vídeo que mostrava a traição que cometia num motel da cidade. Xinguei-o bastante e ameacei contar tudo pra esposa dele, mas, para minha surpresa, o monstro disse que ela sabia de tudo e que o casamento deles era apenas uma fachada, pra manter as aparências. Portanto, eu sim teria muito a perder: o casamento e minhas filhas.
Resolvi, sem muita escolha e alternativa, aceitar ser sua escrava sexual e participar das muitas loucas aventuras e taras que alguém possa imaginar. Contarei um pouco da mente perversa e doentia do Diretor do meu serviço.
Uma das tramas diabólicas dele ocorreu  quando ele emprestou uma bela fazenda que possui pra um amigo fazer o aniversário do filho que estava completando cinco anos. A fazenda é muito bonita, com piscina, campo de futebol, casa com varanda, pomar e uma trilha que leva a um pequeno córrego, cercado por muitas árvores.
O churrasco transcorria normalmente, o pessoal não entendia muito minha presença naquela festa, e o Diretor dizia que era uma prima dele. Chamei a atenção de todos também porque ele havia pedido que fosse com um shortinho meio pequeno e uma camiseta meio transparente, sem nada por baixo, apenas uma pequena calcinha, tipo fio dental. O pai do aniversariante, sempre que a esposa não estava por perto, tratava de dar uma olhada me cobiçando o corpo inteiro. Em certo momento da festa, quando o pessoal já estava meio alegre de tantos chopps, perguntou ao meu Diretor quem eu era e o safado contou tudo, perguntou, inclusive, se ele gostaria de me comer? O cara não pensou duas vezes. Os dois armaram um plano.
Estava tomando um sol, próximo a piscina, quando o diretor me chamou.
– Denyse! O pai do aniversariante elogiou muito você e me fez um pedido. Perguntou se poderia transar com você somente uma vez... Como é meu melhor amigo não tive como recusar. Falei que desceria a trilha em direção ao córrego e o encontraria em meia hora.
Tive vontade de gritar e xingá-lo na frente de todo mundo, mas tinha muita coisa a perder e acabei aceitando. Desci um pouco antes do tempo previsto e fiquei esperando o homem que tanto queria me comer. Quando ele chegou, tentei argumentar com ele. Perguntei se não pesava na consciência dele deixar a esposa e o filho, que estava aniversariando, pra transar com uma estranha... Ele, sob o efeito da bebida, não quis nem saber. Apenas pediu que o acompanhasse até a antiga casa.
Fui à frente dele – o pequeno shortinho e o andar rebolativo que tenho, despertavam ainda mais desejos. Mal chegamos a casa, ele, um verdadeiro animal, já foi arrancando minha roupa, ficando completamente maluco com a visão da minha nudez. Havia uma mesa toda empoeirada na sala. Ele me deitou lá e me fez abrir bem as pernas, dando-me um banho de língua que jamais havia tomado.
Estávamos completamente em transe – não percebemos que da janela meu Diretor espiava tudo. O desgraçado havia colocado dentro da casa um circuito interno de TV que registrava todo nosso ato. Não satisfeito, foi atrás da esposa do cara, perguntando pra ela, na maior cara de pau, onde estava o marido dela? Ela, uma mulher muito atraente e bonita, certamente já havia despertado o interesse daquele louco. Quando a mulher respondeu que não sabia onde o marido estava, dizendo que ele havia sumido há alguns minutos, o crápula chegou bem perto do ouvido dela e disse:
– Eu sei onde ele está... Se quiser, levo você ao local.
Ela respondeu, imediatamente, que queria. O crápula impôs uma condição. Que ela teria que ser muito forte porque o que veria exigia essa força interior. Ela topou.
Os dois chegaram ao local e, por uma janela, puderam me ver, ainda deitada na mesa. O marido dela estava em pé, à minha frente, preparando-se pra penetrar-me. Ela quis dar um grito, mas foi sufocada pela mão do crápula, que pediu silêncio, fazendo-a apenas observar o que aconteceria.
O cara colocou minhas pernas em cima dos ombros dele, deixando-me totalmente à vontade pra receber aquele grosso pênis... Tentei argumentar, perguntando se não pensava na esposa... Ele respondeu que, naquele momento, só pensava em me rasgar inteirinha. A esposa, ouvindo tudo do lado de fora, começou a chorar... Era consolada pelo ex-melhor amigo do cara que me comia gostoso.

Enquanto ela se derretia em lágrimas, o Diretor se aproveitava: abraçava-a, passando a mão nas coxas dela e deslizando por debaixo da minissaia, tocando-a bem perto da bunda. Transtornada, nem se apercebia que estava sendo bolinada. Depois de algum tempo – já havia sido comida de todas as formas, inclusive no cuzinho, fomos embora e o safado entrou na casa, com a esposa do melhor amigo. Ela, ao entrar, viu na mesa algumas manchas de porra do marido. Chorou novamente e foi consolada pelo Diretor. Ela se sentou à mesa e ele recomeçou a boliná-la. Ela recobrou os sentidos e perguntou o que ele estava fazendo? Ele disse que o marido teria que pagar na mesma moeda.
– Mas isso não é certo! respondeu, chorando.
O cachorro, com muita habilidade, foi investindo naquele tipo de discurso até que conseguiu o que mais queria: comeu a esposa fiel do melhor amigo que, até aquele dia, tinha dado somente ao marido. Ela, coitada, também não suspeitou do circuito interno de TV que registrou toda traição. Saíram da casa do amor e voltaram à festa como se nada tivesse acontecido... Havia um pequeno detalhe: tudo tinha sido gravado e naquele dia o crápula tinha ganho mais uma escrava sexual.
Até o próximo relato, das loucuras deste demente.


Chantageada pelo Diretor e transei com a esposa de seu melhor amigo

Continuando os relatos 1891 e 1979, onde o canalha do Diretor do meu serviço, através de mais uma “emboscada e armação”, conseguiu mais uma escrava sexual, a esposa carente do melhor amigo dele...
Certo dia, um sábado precisamente, ele teve a brilhante idéia de colocar frente a frente os dois troféus que havia conquistado: eu e a esposa do seu amigo. Tentei argumentar que haveria um aniversário da minha irmã pra ir durante o dia, mas o crápula falou que deveria arrumar uma desculpa qualquer pra ela e fazer o meu marido acreditar que teria de trabalhar naquele sábado o dia inteiro.
O local escolhido foi, novamente, a fazenda. No horário combinado eu estava lá, imaginando o que aquele velho estaria armando dessa vez. Ao chegar, encontro-o acompanhado por aquela linda mulher – no dia do aniversário do filho dela nem havia reparado, talvez por haver muita gente no local, como era bonita e gostosa: tinha as formas do corpo muito bem definidas, uma pele morena de bronzeamento artificial. Calçava um salto alto que a fazia ter um andar muito provocante, ainda mais pelas minúsculas peças de roupa que usava (com certeza exigência do velho safado) porque eu também fui obrigada a ir de salto alto (ele adorava ver) e com roupas curtíssimas.
Fomos apresentadas. Ela se chamava Renata. Ficamos sabendo da armação do velho e o que havia reservado pra nós naquele dia: para nossa surpresa e espanto, o doente mental nunca tinha visto, ao vivo e de pertinho, uma transa entre duas mulheres... Isso mesmo! Ele queria que nós duas proporcionássemos um show de lesbianismo que, pra variar, seria registrado com sua filmadora. Falamos que em hipótese alguma faríamos tal absurdo... Ele devia estar ficando louco. Ele falou:
– Acho que as duas é que estão loucas! Esqueceram as fitas? Quero que subam até o meu quarto e peguem, na cama, dois vestidinhos que comprei... Coloquem por baixo as minúsculas peças (sutiã e calcinha)... E não se esqueçam de colocar os sapatos de salto alto que escolhi a dedo pra cada uma. Gostaria que se maquiassem e se produzissem como duas verdadeiras vagabundas.
Subimos aquela escadaria chorando. Abrimos a porta do quarto e lá estavam, na cama, os trajes que deveríamos usar pra satisfazer as sandices daquele velho tarado. Realmente os trajes foram escolhidos a dedo – depois que terminamos de vesti-los, ficamos muito sexy.
Era chegada a hora. O velho entrou no quarto com a filmadora estrategicamente colocada num local que registrasse todos os movimentos. O calhorda se acomodou num sofá que havia no canto do quarto e ordenou que o show começasse. Nunca havia imaginado na minha cabeça que um dia passaria por uma situação tão constrangedora... Acredito que minha parceira também. Ficamos sem ação e paralisadas... O velho instigando:
– Esse show começa ou não?
Ficamos estáticas. Ele então falou:
– Comecem se aproximando e dando um beijo de língua bem demorado.
Fechamos os olhos, com vergonha uma da outra, e começamos a seguir as ordens dele. Dei um beijo que não havia dado em homem nenhum até aquele dia... A sensação de desconforto foi sendo substituída por uma situação diferente e de prazer. Comecei a passar minha língua no pescoço dela, subindo até a orelha. Notava que ela começava a ficar arrepiada. Cheguei ao ouvido e comecei a dar umas mordidinhas de leve... Falava que era gostosa. Voltei e dei, novamente, um beijo de língua bem quente nela, fazendo com que deitasse lentamente na cama. Comecei então a tirar-lhe as alças do vestido... Surgiu diante de mim uma mulher com um corpo escultural, de dar inveja a muitas menininhas; com um conjunto de lingerie muito sexy, um sutiã minúsculo, encobrindo os mamilos e uma calcinha tipo fio dental que deixava a bunda inteirinha de fora.
O velho tarado já não conseguia mais se acomodar no sofá. Tinha tirado o pau pra fora e começava a masturbar-se diante da visão maravilhosa que tinha. Estava ficando molhadinha com tudo aquilo e já não me importava mais com o fato de haver um safado nos observando... Pela primeira vez na minha vida estava transando com uma mulher... Aos poucos, fomos nos entregando e liberando nossos prazeres.
Depois de ter tirado o vestido, foi a vez de livrá-la das pequenas peças. Quando fiz isso, apareceram, diante de mim, dois lindos seios, grandes e durinhos, com uma pequena marca branca de biquíni – era uma xoxotinha e uma bundinha maravilhosa... Pareciam esculpidas à mão. Comecei a chupar-lhe os seios com vontade, passando minha língua sobre os biquinhos – isso a deixava cada vez mais excitada. Quando ameacei descer pra chupar-lhe a xoxota, ela me parou e falou:
– Chega de judiar! Agora é minha vez.
Levei um banho de língua da ponta dos dedos do pé até minha orelha. Ela dava mordidinhas em minha bunda e nos meus seios... Não agüentando, implorei que arrancasse toda minha roupa. Ela fez isso de imediato, descobrindo também meu corpo, tendo uma visão fascinante de tudo aquilo que estava debaixo do meu vestido e das pequenas peças. Depois de elogiada, beijamo-nos novamente de língua... Iniciou-se uma exploração mútua, uma descobrindo o corpo da outra, até chegarmos no ponto G... Fizemos um delicioso 69, provocando um prazer enorme... Aquilo me fez ter um gozo como nunca havia sentido antes.
Com habilidade, virei-a de costas pra mim e comecei a movimentar minha xota como se a penetrasse. Meus pelinhos roçando-lhe a bunda, fizeram com que ela se arrepiasse inteirinha e tivesse um gozo muito forte.
Passamos a manhã inteira descobrindo novas posições até sermos obrigadas a parar pelo chantagista que pediu para darmos um tempo.
No próximo conto, escreverei sobre tudo o que aconteceu na parte da tarde.


Casada, arrumei uma amante e um amante, graças às chantagens do meu Diretor


Na parte da manhã, fomos obrigadas a fazer algo que jamais imaginávamos que faríamos na vida: transar com outra mulher. Ambas, eu e a esposa do melhor amigo do meu diretor, caímos nas garras do safado e sofríamos chantagens. Levadas por um momento de fraqueza transamos com o desgraçado que filmou tudo.
Depois de passarmos a manhã inteira transando e sendo filmadas, fomos convidadas a um delicioso almoço, acompanhado de um vinho do Porto. Acredito que de tanto beber, o crápula ficou cansado e foi repousar um pouco. Combinei com minha nova amante de tomarmos um pouco de sol à beira da piscina. Coloquei um minúsculo biquíni, tipo asa delta, onde os contornos da minha bunda ficavam bastante realçados e meus seios pareciam pular do biquíni. Surpresa maior tive quando vi Renata. Estava deliciosa e apetitosa a bordo de um fio dental que lhe deixava completamente exposta a bunda, cobrindo-lhe apenas parcialmente a xoxotinha, dando para ver os pelinhos que não conseguiram ser cobertos – os seios estavam quase completamente expostos.
Fomos tomar sol. Para não queimarmos muito, resolvemos passar um bronzeador. Minha amante se virou de costas para mim e pediu que passasse nela. Confesso que a visão maravilhosa daquela bunda, enquanto passava lentamente o bronzeador nas costas da minha amante, estava despertando desejos em mim e uma atração que nunca havia experimentado anteriormente. Comecei a passar o bronzeador... Fui subindo até alcançar-lhe a bunda. Ao invés de usar a mão, alisava-a com os dedos até alcançar-lhe o cuzinho. Enfiei meu maior dedo de uma vez, fazendo minha cúmplice rebolar cada vez mais, facilitando a penetração. Tirei o dedo e desamarrei a parte de cima do biquíni dela, pedindo que virasse de frente. Antes, porém, resolvi que daria uma mamada naquela delícia de peitos, fartos e enormes. Passei minha lingüinha em volta dos biquinhos dos mamilos – ficaram durinhos. Depois, comecei a dar mordinhas leves, fazendo com que soltasse gemidos de prazer.
De repente, ela empurrou minha cabeça. Levei o maior susto. Ela estava branca. Perguntei o que havia acontecido e ela pediu que olhasse pra trás. Sem que notássemos, estávamos sendo observadas por um homem – mais tarde descobrimos tratar-se do caseiro da fazenda. Empregado há dez anos na fazenda, morava lá mesmo numa casinha distante alguns metros. Era moreno, bronzeado pelo sol, com certeza dos serviços de jardinagem que o deixavam com uma cor incrível. Tinha uma altura aproximada de 1,80m, corpo bem malhado, com certeza decorrente das atividades – tinha um membro muito volumoso que tinha se formado na bermuda pela visão dos atos praticávamos.
Passado o susto, tive a idéia de aproveitar a situação inusitada. Sussurrei ao ouvido da Renata para continuarmos o show que havíamos começado, deixando nosso voyeur ainda mais excitado... Ela continuou passando o bronzeador em mim da mesma forma: enfiando o dedo no meu cuzinho, na xoxotinha e tirando a parte de cima do meu biquíni. O rapaz ficava cada vez mais sem graça, mas não parava de nos olhar. Agora passava a mão por cima da bermuda, no enorme cacete. Resolvemos incrementar um pouco mais. Pedimos pra ele passar o bronzeador em nossos corpos. Nesse instante, ele ficou pálido e não tinha mais reação de tão nervoso que ficou com o convite – teve medo que a esposa aparecesse a qualquer momento. Os desejos, porém, eram maiores. Outra oportunidade dessa, de ter duas mulheres gostosas, apetitosas e loucas pra dar, nunca mais teria!
Com as mãos trêmulas, pegou o bronzeador e começou a passá-lo no meu corpo. No início, estava muito tímido e retraído, apenas o passava literalmente em minhas costas e coxas. Resolvi dar um jeito na situação virando de frente pra ele, para que pudesse ter a visão dos meus seios – queria que passasse as mãos sobre eles. Quando iniciou, tive a maravilhosa visão do cacete dele querer rasgar a bermuda e pular fora. Foi descendo as mãos até encontrar minha xoxotinha quente e úmida, louca pra ser tocada por ele. Com delicadeza, ele foi tirando a parte de baixo do meu biquíni, até deixar-me inteiramente nua. Minha amiga não agüentou esperar – já havia tirado o fio dental quando ele introduziu o maior dedo em mim, fazendo-me gemer de prazer. Minha amiga, com muita habilidade, tirou a bermuda do rapaz. Apareceu em nossa frente um pênis que mais parecia uma cobra de tão grande que era. Ela não agüentou aquela visão e caiu de boca naquele caralhão que mal cabia em sua boquinha. Enquanto isso, ele sugava meus seios com tanta força que deixou marcas. Depois que Renata deu um descanso, parando de chupar aquela tora, ele abriu bem minhas pernas e o posicionou na entrada da minha portinha, enterrando de uma vez. Achei que desmaiaria, que não suportaria levar aquela vara toda no buraquinho. Enquanto isso, Renata me consolava, falando no meu ouvido que tivesse calma naquele momento, que conseguiria suportar tudo aquilo. Ela começou a passar a língua no meu ouvido, deixando-me ainda mais louca. Depois, ela me deu um longo beijo de língua, enquanto o cara se aproveitava da posição em que ela estava (de quatro) para enfiar o dedo no cuzinho dela.
Gozei não sei quantas vezes e o cara inundou-me de porra. Parecia que era insaciável... Mal tinha acabado de tirar do meu buraquinho e já estava duro novamente para enfiar no cuzinho da minha amiga já alargado pelo dedo dele. Ela também não suportou aquele momento e teve vários gozos que a deixaram pálida.
Digo a vocês que assim como o que aconteceu na parte da manhã, minha tarde foi maravilhosa na companhia da minha amante e daquele super dotado.
No próximo conto, narrarei o dia em que fui obrigada a tirar o cabacinho do filho do Diretor, de 15 anos.
Até lá.
Denyse

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