terça-feira, 28 de dezembro de 2010

A primeira vez que traí meu noivo

Meu nome é Fabiana. Sou loira, 22 anos, 1,67m e 56kg. Tenho seios pequenos, mas acho que tenho um corpo legal.
Adoro relatos. Por isso, resolvi compartilhar a melhor experiência sexual que já tive até hoje.
Nasci e fui criada no interior de SP, de onde meu noivo, quase marido (moramos juntos), me tirou quando eu ainda tinha 17 anos. Gosto demais dele e tenho uma dívida de gratidão que jamais terei condição de pagar. Infelizmente, porém, ele não faz parte dessa história.
Como disse, moramos juntos há 5 anos e ele sempre me deu de tudo: casa, comida. Fiz diversos cursos e hoje faço faculdade de jornalismo, tudo graças a ele. Ele sempre me tratou com muito carinho e respeito, mas se fazia muito ausente de casa. O excesso de trabalho e as viagens foram um mártir pra mim – a falta de um homem, por diversas vezes, custaram-me horas de internet e ‘dedos’ para compensar o que não tinha como gostaria.
Sempre tive o sexo como algo sadio. A ausência dele, entretanto, me perturbava demais, principalmente entre meus 17/18 anos, época da minha vida onde respirava e exalava sexo. Por isso, muitas vezes eu me realizava na internet, principalmente quando ele estava viajando e eu ficava sozinha em casa. Nessas ocasiões, ficava até altas horas da madrugada em salas de bate papo, salas de sexo e pornográficas, realizando minhas fantasias.
Foi num desses bate-papos que conheci o Vinicius. Eu tinha 20 anos e ele 19. Nos tornamos grandes amigos virtuais, primeiro porque ele tinha um papo legal e muitas curiosidades; depois porque ele era homossexual. Ele adorava me contar seus casos e eu fantasiava os meus a ele. Tínhamos noites maravilhosas. Nossa amizade ia crescendo a cada dia, até que um dia, numa de nossas conversas percebi que ele estava chateado. Perguntei o que havia acontecido e ele me respondeu que queria sumir, pois todos na escola tiravam sarro dele por ele ser homossexual e ter hábitos diferentes no vestir. Não que ele usasse roupas femininas, mas ele se vestia tipo gótico/punk, sei lá. Realmente fiquei muito chateada com o que ele estava passando e propus a ele que nos encontrássemos na porta da escola dele. Ficaríamos abraçados até o horário de entrada dele e todos pensariam que éramos namorados.
Em princípio ele não aceitou a ideia, mas, como a pressão era grande, topou. Passei a frequentar o portão da escola dele – antes da faculdade eu passava lá e ficávamos abraçados. Depois ia embora. Houve um probleminha: todos perceberam que não nos beijávamos e começaram a dizer que éramos irmãos. Nunca tinha pensado em trair meu noivo, nem em beijos, mas acreditava que seria por uma boa causa. Rolou o primeiro beijo e, a cada dia, os beijos se tornavam mais ardentes. Eu continuava em jejum sexual e ficava extremamente excitada com os agarrões na porta da escola.
Por várias vezes me masturbava no carro, no estacionamento da faculdade, depois de senti-lo bem perto de mim. Já estávamos tão entrosados que ele me abraçava por trás e, por diversas vezes, pude senti-lo excitado, com o pau duro forçando minha bunda. Aquela situação estava me deixando louca. Contava as horas pra vê-lo.
Certa vez fomos até a escola e não houve aula. Resolvi dar uma carona pra ele. Saímos da escola e eu o levei a um motel. Percebi que ele estava sem ação, mas o senti excitado.
Na garagem do quarto, comecei a beijá-lo. Ele, ainda assustado, correspondia aos meus beijos. Pedi que ele chupasse meus seios e ele me perguntou o que estávamos fazendo. Disse que estava matando meu desejo, pois não aguentava mais ficar sem levar uma bombada gostosa na xana.
Ele chupou meus seios sem muita experiência mas, pelo tesão, fiquei encharcada. Depois de ter sido mamada, descemos do carro. Eu o sentei no capô do carro, puxei-o pra perto de mim e o beijei, oferecendo novamente meus seios a ele depois do beijo.
Fazia muito calor e eu ficava cada vez mais quente. Ele estava envolto por minhas pernas e mamava meus seios. Disse a ele:
– Vi, quero sentir você na minha xoxota!
Ele me olhou assustado. Disse que estava louca de tesão e precisava de sexo. Ele abriu minhas pernas e começou a me chupar por cima da calcinha. Eu delirava de tesão e esfregava a cabeça contra minha xoxota – algumas vezes até pude sentir o nariz dele entrar um pouquinho na minha xoxota, de tão encharcada. Como ele não era muito de atitudes, puxei minha calcinha de lado e sentenciei:
– Quero você dentro nela!
Ele me olhou assustado, mas obedeceu. Eu me contorcia em cima do carro, esfregando a xota na cara dele.
Subimos pro quarto. Joguei-o na cama e direi toda a roupa dele, deixando-o só de meias. Coloquei uma camisinha nele e comecei a chupar-lhe o pau. Isso eu sabia que ele já havia experimentado. Afinal, nas relações que tinha com outros homens, o sexo oral sempre fazia parte. Chupei aquele cacete como não chupava fazia muito tempo. Apesar de não ser grande, era uma delícia. Estava tão carente que ora chupava ora o esfregava no rosto, como se estivesse me fazendo carinho. Ele gemia e se contorcia na cama e eu me acariciava com o pau dele.
Subi com a língua até sentar no cassete dele. Beijei-o. Minha xota encharcada estava em cima do pau dele, ainda de calcinha. Esfregava e sentia aquela coisa pontuda me cutucando.
– Ai, que delicia! – Estava morrendo de saudades dessa sensação.
Quando coloquei minha calcinha de lado, apontei aquela coisa maravilhosa pra minha xota e desci de uma só vez. Foi maravilhoso me sentir preenchida novamente. Ele estava de olhos fechados, mas gemia bem baixinho. Comecei a cavalgar nele bem devagar e fui aumentando o ritmo. Em alguns momentos, quando mexia bem forte, o pau dele escapou da minha xota e ficou esfregando na minha virilha. Aquilo me deixava ainda mais doida. Depois de algum tempo ele começou a participar e a tentar procurar meu rabinho com um dedo. Embora não tenha encontrado, percebi que procurava meu cuzinho. Facilitei pra ele. Entretanto, ele gozou nessa hora, arranhando e beliscando minha bunda que ficou toda vermelhinha (sou bem branquinha).
Fiquei deitada em cima dele, louca de tesão ainda, e com ele ainda dentro de mim. Senti o pau dele amolecendo. Como estava com muito tesão, comecei a beijá-lo. Dizia coisas bem safadas no ouvido dele como: “sua putinha ainda quer mais”. Senti que aos poucos ele foi renascendo e crescendo dentro de mi. Ele agarrou novamente minha bunda. Cavalguei mais um pouco em cima dele, até que ficasse pronto por inteiro. Então saí, tirei a camisinha cheia de esperma, chupei o pau dele mais uma vez pra ficar “limpinho”, coloquei uma camisinha nova e fiquei de quatro:
– Me come assim! É como sinto mais prazer!
Ele não falou nada. Colocou-se atrás de mim e começou a me comer bem devagar... Ele apertava minhas nádegas com muita força mas entrava e saía de mim bem devargazinho. Pedi que aumentasse a velocidade. Ele o fez. Comecei a rebolar e a gemer... Gemia bem alto – queria que todos no motel me ouvissem e, quanto mais alto eu gritava e gemia, mais ele apertava e arranhava minha bunda. Tive dois orgasmos. No terceiro, pedi que ele ficasse dentro de mim, sem bombar. Assim ele o fez. sentia os pêlos pubianos dele roçando na minha bunda. Fiquei de joelhos, ele me abraçou e continuou dentro de mim...
Estava um pouco tonta e ainda mastigava o pau dele com a xoxota quando me lembrei que ele havia me dito que nunca tinha comido um rabinho. Já tinha dado o dele várias vezes, mas não sabia a sensação de comer um. Como ainda estava duro dentro de mim, disse a ele:
– Quero ser a dona do primeiro rabinho que você comeu na vida!
Percebi que ele ficou mais excitado ainda. Retomei a posição de quatro e relaxei. Havia feito anal algumas vezes com meu noivo, não gostava muito, mas o fato de ser a primeira dele me deixou cheia de desejo. Ele comeu minha xota por mais um pouco, apontou o pau na entrada do meu rabinho e iniciou a penetração. Começou forçando a entrada. Senti a cabeça me entrando e fazendo parte de mim – como era gostoso sentir aquilo me preenchendo as entranhas! Doía um pouco, cheguei a morder o travesseiro, mas ele não colocou tudo. Depois de encaixado, ele começou a colocar e tirar a cabeça bem devargazinho. Aquilo foi me dando um tesão enorme. Nunca tinha feito sexo anal com alguém que soubesse o quanto doía e, talvez por isso, sempre senti mais dor do que prazer. Com ele estava sendo diferente. Ele sabia como penetrar dando prazer.
Ele ficou comendo meu rabinho só com a cabeça do pau por um tempo. Enfiava conforme eu ia relaxando... Até que colocou tudo! Novamente pedi que ficasse dentro de mim por um tempo. Adoro sentir os pêlos na bunda.
Ele voltou a bombar: tirava tudo e colocava tudo de novo. Todas as vezes que a cabeça passava me alargando o cuzinho eu ficava louca. Eu mastigava o pau dele no rabo e ele apertava e arranhava minha bunda. Eu gritava como uma cadela, pedia pra ele comer meu rabinho e gemia bem alto, até que gozei novamente e, pouco tempo depois, ele também gozou. Tirou a camisinha e gozou na minha bunda que estava toda vermelha e marcada. Praticamente desmaiamos ali por algum tempo. Transamos mais duas vezes naquele dia, até o horário de voltar da escola.
Foi a melhor aula 'cabulada' que já tive. Ainda bem que meu noivo não quis saber de sexo por algum tempo. Mesmo assim, foi difícil esconder as marcas na bunda. Depois desse dia começamos a sair com frequência. Por várias vezes fizemos apenas sexo anal. Ele comia meu rabinho como ninguém e sempre me fazia gozar como louca.
Ele, que eu saiba, nunca mais teve outra experiência homossexual.
Faz dois meses que ele foi pro sul passar uma temporada na casa de familiares. Estou sem ele aqui. Ele ainda não sabe se vai voltar, mas meu rabo o chama a cada noite de jejum. Ele foi o único homem com quem traí meu noivo e trairia quantas vezes ele quisesse. Pense num viado bom de cu!

Se você possui alguma história e quer que ela seja transformada em conto erótico, mande-a pra mim. Terei o maior prazer de reescrever o seu texto, postando-o aqui no site, sem identificar você. Se tem história e quer compartilhar com o mundo inteiro, escreva para:

P.S.:
E não deixe de comentar os contos no site, tá! Eles foram retirados de outros sites e reescritos, pois neste site a história é sua, mas a narração é minha.

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