segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Uma ninfeta para um mendigo



No bairro onde moro aqui no Rio de Janeiro, sempre fui desejada por todos os homens. Tenho 18 anos, cabelos louros compridos, lábios carnudos, olhos castanhos, coxas grossas, seios médios, firmes e um bumbum apetitoso, que faço questão de me exibir vestindo shortinhos apertados, sainhas e biquínis enfiados, para ter o prazer de ver os homens delirando quando passo. Sou cheinha, mas no ponto certo, sem celulites ou estrias, pois malho bastante para manter a forma e ficar sempre supergostosa como sou.
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Sabendo de meus atributos, sempre me excitou a idéia do quanto o meu parceiro está sendo sortudo por me comer. Parece estranho, mas o que mais me deixa molhada é o prazer que estou dando a meu parceiro. Já me entreguei diversas vezes para homens feios e pobres, até mesmo para velhos e para um peão que trabalhava numa obra perto de minha casa. Ele me viu passar e me disse palavras obscenas. No mesmo dia, trepamos a noite inteira no seu barraco.

Faço tudo com esses homens e eles fazem tudo o que querem comigo. Tudo isso simplesmente pelo prazer de vê-los nas nuvens por minha causa. Nunca me interessei por homens bonitos, pois com eles eu não me sentiria a mulher mais gostosa do mundo. Sou uma deusa para esses homens que me olham e me desejam pensando ser um sonho impossível me comer.

Minha primeira transa assim, e com certeza a mais louca, foi há dois anos, quando tinha 16 e estava no Segundo Grau. Eu ia de ônibus para a escola e perto havia os escombros de uma outra escola, vítima de não sei qual tragédia. Sempre que passava por lá, via por cima do muro o rosto de um negro, que depois me disseram ser um mendigo que lá vivia e que já havia tentado agarrar à força várias mulheres. Muita gente ficava apavorada com aquele monstro solto. O comentário era geral. Mas eu não ficava nem um pouco com medo. Pelo contrario, ficava molhada ao vê-lo me observando, me comendo com os olhos, visivelmente excitado. Talvez por trás do muro ele tocasse uma punheta. Eu fazia questão de usar bem pouca roupa pra me exibir pra ele e ficava decepcionada quando não o encontrava por trás dos escombros da escola. Aquilo me excitava tanto que cheguei a ter sonhos: eu o satisfazendo de todas as formas.

Uma vez passei bem rente ao muro e ouvi uma voz dizer bem baixinho, com respiração ofegante, algo como: “Gostosa... Estou tocando uma punheta!” Era o louco e eu parei. Encarei-o para poder olhar bem a expressão de desejo dele. Nossa, ainda fico molhada quando lembro! Uma amiga passou por perto e me disse para ter cuidado com o tarado. Mas eu já tinha uma certeza: aquele sujeito asqueroso ia me comer bem comida, a ponto de não olhar para nenhuma outra mulher. Estava resolvida quanto a isso: tinha que fazer aquele sujeito feliz, muito feliz.

Mas eu estudava à tarde e naquele horário não poderia ser. Tinha que ir até lá à noite e entrar na escola. Mas na escuridão havia um problema: ele não veria bem meu corpo e isso era o mais importante para mim. Decidi, então, ir até os escombros da escola bem cedo, às 6h, com o dia clareando e sem ninguém por perto pra me ver entrar. E foi o que fiz. Passei a madrugada pensando naquilo e acordei molhada. Tomava banho, deslizando o sabonete sobre o corpo que em breve estaria dando prazer àquele homem faminto.

Vesti uma miniblusa e meu shortinho mais curto, peguei um ônibus e segui o rumo. Estava em frente à escola e meu coração pulsava, meu corpo estava gelado. Sentia-me nervosa e ao mesmo tempo excitada. O dia já estava claro quando entrei na casa. Fui caminhando devagar, olhando ao redor, procurando o taradão. Encontrei-o deitado, dormindo no chão. Achei ótimo. Acontece que estava nervosa, com medo de ser violentada. Não queria isso, queria que ele sentisse a minha entrega total. Aproximei-me dele e tirei a blusa. Estava sem sutiã e os biquinhos dos meus seios, bem durinhos de tanto tesão. Eu ia tirar o resto, mas tive uma idéia melhor. Resolvi acordá-lo, para ver a surpresa nos olhos dele ao me ver. Por isso, curvei-me sobre ele, esfregando meus seios em sua barriga e disse um “acorda” bem doce em seu ouvido. Ele abriu os olhos e, surpreso, perguntou: “Você?” Disse “sim” e acariciei o pau dele sobre a calça surrada que ele usava. Comecei a abrir o zíper, enquanto ele me olhava com um estranho sorriso.

Logo, seu pau duríssimo estava para fora. Era muito grande e grosso. Nunca havia provado um igual. Eu lhe tocava uma punheta e tive um certo nojo em chupá-lo. Coloquei carinhosamente uma camisinha no pau dele e comecei a chupá-lo devagar, enquanto ele, ainda sonolento e bocejando, segurava meus cabelos. Olhei-o no rosto e vi o imenso prazer que sentia com minha boca deslizando em seu mastro. Nossa, o que é que eu estava fazendo para aquele homem? Eu o fazia delirar, enquanto o chupava com toda categoria, lambia da cabeça ao saco, mordiscava a cabeça, engolia quase o pau por inteiro, e o olhava com cara de puta. Ele balbuciava coisas que eu não entendia, gemia, enfim. Eu o estava fazendo muito feliz, da maneira que eu havia sonhado.

Depois, deitei ao seu lado no chão frio coberto por um pano e disse para fazer o que quisesse comigo. Ele tirou com força meu shortinho e minha calcinha molhada.

Em seguida, apertou meus braços com força e violência, chegando a doer um pouquinho. Puxou-me para ele e começou a lamber e a chupar os meus seios. Ah, como era gostoso me sentir um pedaço delicioso de carne satisfazendo aquele animal selvagem.

Depois, desceu a língua em minha bucetinha loura. Abri mais as minhas pernas, enquanto ele enfiava a língua com força em mim. Logicamente, era muito sem jeito para o amor. Nem tocava meu clitóris com a língua. Mas, já disse, não era atrás desse prazer que eu estava. Depois, ele veio por cima. Tive que conter um grito, quando ele metia a pica em mim com raiva, devido ao tesão acumulado durante os meses em que me via passar toda tarde.

O prazer dele me dava prazer e por isso comecei a dar gemidos forçados e a chamá-lo de gostoso. Em seguida, me colocou de quatro, com força, comeu minha buceta um pouco e em seguida fez pressão no meu cuzinho virgem. Senti um certo medo, mas se quisesse satisfazer aquele selvagem por inteiro, tinha que me dar totalmente.

Contive outro grito. O felizardo — e, para minha grande excitação, felizardo graças a mim — entrava e saía do meu cuzinho bem devagar. Não doeu tanto quanto eu pensava. Ele não enfiou tudo e entrava e saía devagar. Eu já estava achando aquilo uma delícia e rebolava sobre seu cacete. Ele deitou e gemeu: “Vem por cima... Vem por cima”.

Nossa... Que delícia cavalgar sobre ele e ver a felicidade em seus olhos devido ao meu corpo. Nunca tinha feito tão gostoso, me esforçado tanto para satisfazer um homem. Cavalguei com força sobre ele, castigando o pau até tirar muito leite mesmo. Encheu a camisinha!

Deitei ao seu lado e ele ficou brincando com meu corpo, tocando meus seios, minha bunda, minhas coxas, me lambendo. Logo, estava pronto para outra. Levantei e fiquei de quatro, encostada na parede com a bunda empinada. Logo o homem veio e meteu na minha buceta com vontade, enquanto eu jogava a bunda para trás e para frente.

Ele se sentia nas nuvens e eu me sentia a mulher mais gostosa do mundo. Demos mais umas três ou quatro trepadas e fui para casa. Mais tarde, indo para a escola, o encontrei atrás dos escombros. Ele me olhava com um sorriso estampado no rosto, vendo a maior conquista de sua vida diante dele. O sorriso me excitava, pois eu era a causadora daquilo. Aproveitei que ninguém olhava e mandei um beijinho para ele. Depois, passei a visitá-lo diversas vezes pela manhã até construírem um prédio onde era a escola. Depois, nunca mais vi o homem que graças a mim é um grande sortudo.

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