segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Veja se não queria ter uma aventura dessa



Meu nome é Helena, tenho 18 anos, 1,72m, 75kg, loira, seios médios, bundinha cobiçada por homens e por mulheres.
Na época dos fatos, já havia descoberto minha tendência sexual, pois só curto mulheres. Entretanto, com o passar do tempo, percebi que só conseguia satisfação plena, quando era sodomizada por um consolo e, sobretudo, quando minha parceira acoplava um ‘dildo’ ao corpo. Dessa forma, comecei a me viciar em transar com fanchonas. Como essa categoria é quase uma raridade, comecei a ter um tipo de caso com uma parceira fixa, de nome Roberto (30 anos, 1,75m, 80kg, morena clara, cabelos bem curtos, braços fortes e que sempre trajava roupas masculinas).
Na cama, o Roberto era muito viril e me satisfazia plenamente e, por várias vezes, transamos a noite inteira.
Numa ocasião, ao irmos a casa dela depois de transarmos por horas, eu, enquanto ele dormia, fui procurar uma toalha para tomar uma ducha. Ao fuçar numa gaveta encontrei um baby doll transparente. Na hora não dei muita importância ao fato, pois aquilo poderia ser algo deixado por uma ex-namoradinha. Aquilo começou a martelar na minha cabeça. Como tenho uma agência de detetives, decidi contratar meus próprios serviços. Assim, fomos à luta e ficamos instalados num sobrado quase de frente para a casa do Roberto – fiz questão de me incluir no grupo de vigilância e meu turno era somente o noturno, pois, estando envolvida com o Roberto, cairia mal meus funcionários descobrirem minha tendência sexual.
Passou-se um mês e recebi um relatório. A partir dele, interessei-me  pelo turno diurno. Numa segunda-feira ocorreu um fato estranho. Rigorosamente, às 14h00, o Roberto ficava parado próximo a travessa entre as ruas Padre Luís e José Paulino. Num dado momento, uma motoqueira estacionava, o Roberto subia e saíam cidade adentro. Toda segunda-feira o Roberto chegava por volta das 22h00. Era mais um mistério e, por isso, mantive a vigilância. Numa noite em que o Roberto fora a uma boate, retornei e entrei em na casa dele. Coloquei uma microcâmera posicionada para a cama, coloquei uma escuta no telefone e espalhei vários microfones, inclusive no quarto e próximo à porta de entrada.
Na primeira noite após a câmera ter sido instalada, não agüentei a curiosidade e fui espiá-la. Depois de um tempo no banho, ela se deitou e, pela primeira vez, a vi nua. Finalmente, visualizei-lhe os seios médios, com auréolas grandes (em nossas transas, o Roberto sempre usa uma faixa). Além do mais, pude ver a xoxota raspadinha, fato que nunca ocorreu em nossas transas, pois em nenhum momento, o Roberto tirava o dildo, a não ser depois de um banho, mas, mesmo assim, aparecia vestindo uma cueca samba canção com faixa.
Passadas duas semanas, num domingo à noite, por volta das 19:00 horas, o Roberto atendeu um telefonema. A outra pessoa disse:
– Oi, queridinha. Não poderei pegá-la amanhã, mas passarei de noite em sua casa. Fique prontinha.
Na segunda-feira, por volta das 22h00, uma motoqueira estacionou defronte a casa do Roberto e pude perceber que se tratava de uma mulher, pois, quando retirou o capacete, os longos cabelos ficaram soltos. Ela adentrou ao jardim, tocou a campainha e, depois de alguns segundos, o Roberto abriu a porta. Ouvi a motoqueira dizer:
– Ainda assim! Volto daqui a uns 20 minutos.
A motoqueira puxou a porta e foi caminhando em direção a um bar que ficava a uns 200m dali. Dei uma olhada na câmera e a única coisa que vi foi o Roberto jogando as roupas e o artefato sobre a cama e algumas palavras de lamento.
Por volta de 20 minutos, a motoqueira saiu do bar. Nesse espaço de tempo, bati algumas fotos dela. Quando a motoqueira adentrou ao jardim, peguei um binóculo. Bateu à porta. Não acreditei no que vi. O Roberto estava vestindo somente aquele baby doll transparente e, além do mais, estava maquiada e de batom vermelho. A motoqueira disse:
Agora sim! Essa é a minha gatinha.
Elas se atracaram num ardente beijo na boca, repleto de carícias. E seguida, a porta da sala foi fechada e pelos microfones só se ouviam gemidos e mais gemidos.
Adentraram no quarto. Constatei que o Roberto já havia deixado o baby doll pelo caminho. No quarto continuaram a trocar carícias e beijos. Num dado momento, a motoqueira se livrou da jaqueta de couro (nossa, o braço dela parecia uma tora, o muque dela, dava quase um palmo da minha mão). Em seguida, tirou a camiseta (pelo pouco ângulo, não consegui ver os bicos dos seios, mas deu para perceber, que o busto não era muito desenvolvido, pareceu-me até pequeno para a estatura). O Roberto começou a mamar num dos seios dela. Em questão de segundos, a motoqueira a empurrou tão forte que o Roberto caiu na cama. Furiosa, disse:
– Aqui sou seu macho e não gosto que chupem o meu seio.
Ela se agachou diante das pernas da Roberta e disse:
– Vamos, sua puta! Escancara essas pernas. Vou chupar essa xoxota que é só minha.
Roberta abriu as pernas e a motoqueira enfiou a cara no meio delas.
Pelo ângulo, não dava para ver as chupadas nem ss lambidas, mas se podia ver claramente o efeito na Roberta que não parava de gemer, acariciar os próprios seios, rosto e, vez por outra, pressionar a cabeça da motoqueira mais para dentro de si. Roberta disse:
– Ai que tesão! Vem, meu macho! Fode minha xoxota, fode! Sou sua puta!
A motoqueira ficou ajoelhada na cama. Pude deduzir que ela baixou o zíper da calça, surgindo um pênis de borracha. Ela se deitou sobre a Roberta e, depois de trocarem um ardente beijo, a motoqueira disse:
– Vamos lá, sua puta! Implore pela minha rola. Diz que sou seu macho pirocudo.
– Vem meu macho! Mete esse picão, mete! Arregace minha xana, quero pica.
– Sua puta! Vou foder você até cansar.
A motoqueira levou uma das mãos até o meio das pernas, ajeitou a cabeça do bruto na entrada da vagina da Roberta. De repente, ela ficou ali inerte por quase um minuto. Não suportando tamanha aflição, Roberta disse:
– Ai, porra! Me fode, fode! Meta esse picão, meu homem, meu macho.
A motoqueira moveu os quadris para frente, fazendo com que Roberta soltasse um gritinho de dor. Roberta ficou praticamente uns dois minutos, com os olhos esbugalhados, a boca aberta (mas sem emitir nenhum som) e constantemente batendo as mãos nas costas da motoqueira. De repente, Roberta começou a dizer:
– Ai, filho da puta! Mete! Arregaça minha buça!
No momento seguinte, a motoqueira sustentou todo o corpo e voltou a se movimentar num ritmo frenético. Roberta disse:
– Mete! Vou gozar...
Depois das contrações do orgasmo, a motoqueira não deu trégua e continuou metendo. Num dado momento, disse:
– Minha putinha linda, vou foder você até você desmaiar.
Ela novamente se deitou sobre a Roberta e voltou a fodê-la num ritmo acelerado. Roberta gemia, gritava e acariciava as costas da motoqueira. Passados mais alguns minutos, Roberta disse:
Ai, que pica!
Nesse exato momento, Roberta tentou tirar a motoqueira de cima de si, mas isso era impossível. A única alternativa foi jogar a cabeça para trás e gozar novamente. A motoqueira continuou metendo... Dessa feita, num ritmo menos violento. Ficaram nessa curtição por vários minutos.
Você vai foder minha pica. Então, a motoqueira segurou e levantou os quadris da Roberta e começou a movimentá-la de encontro a si e a afastá-la, num movimento era frenético. A reação da Roberta foi imediata: ela gemia e se debatia, ora acariciando os seios ora tentando se segurar na cama.
– Ai, que pica deliciosa! Fode, fode!
Roberta parecia estar tendo um ataque epilético. Para torturá-la ainda mais, a motoqueira curvou-se um pouco para trás e trouxe junto consigo a Roberta. depois que Roberta parou de se debater, a motoqueira soltou os quadris dela, deitando-se novamente sobre a Roberta.
Foram três horas de fita gravada e a motoqueira, nesse espaço de tempo, repetiu várias vezes as posições. Roberta teve vários orgasmos, mas os primeiros foram os mais vibrantes.
Num determinado momento, a motoqueira disse para a Roberta:
– Cansei de olhar pra sua cara. Pode ir ficando de quatro.
A motoqueira saiu de cima dela e Roberta, imediatamente, ficou de quatro. Devido a seu estado físico, ela simplesmente empinou a bunda, já se curvou para frente, depositando a cabeça no colchão. A motoqueira foi se posicionando e meteu a cabeça do artefato:
– Está cansada, sua puta? Mal comecei!
A motoqueira voltou a sodomizar a Roberta que, simplesmente, ficou gemendo.
Minutos depois a motoqueira tirou o artefato e disse:
– Agora, sua puta, vou comer seu cuzinho! – e a Roberta respondeu:
– Vai devagar! Seu cacete é muito grande.
– Queridinha, esse cu está arregaçado faz tempo, de tanto levar rola!
A motoqueira meteu a cabeça do bruto e Roberta soltou alguns gemidos de dor. Antes do coito, a motoqueira pegou Roberta pelos cabelos e a ergueu. Com a outra mão, a motoqueira lhe segurou o quadril e, sem nenhuma cerimônia, atolou todo o artefato, movimentando num ritmo acelerado. Roberta gritava de dor e se debatia. A motoqueira soltou a cabeça da Roberta que se depositou sobre o colchão. A partir desse momento, a motoqueira a sodomizou com extrema violência e Roberta não parava de gemer e gritar de dor. Num dado momento, a motoqueira levou as mãos até as coxas da Roberta e as empurrou para trás. Com isso, ambas caíram na cama, mas com a motoqueira ainda sobre o corpo da Roberta. Naturalmente, a Roberta ficou ali desesperada, tentando tirá-la de cima de si (já que a dor deveria ser insuportável). Em seguida. A motoqueira apoiou as mãos nas costas da Roberta e começou a se movimentar lentamente. Com o decorrer do tempo, esses movimentos foram se acelerando. Roberta gritava e se debatia – tanto seus braços como pernas estavam em constante movimento. Os gemidos da Roberta não eram apenas de dor;  havia, também, alguns gemidinhos de tesão.
– Ai, porra! Mete, mete! Ai!
O corpo da Roberta começou a vibrar de tesão. Era o êxtase! A motoqueira se deitou sobre ela, mas continuou a movimentar os quadris, pra frente e pra trás. Quando as contrações do orgasmo da Roberta cessaram, a motoqueira também parou de fodê-la.
– Você foi demais, minha lindinha! Vou me refrescar, mas já volto.
Num gesto rápido, a motoqueira ficou de pé, dirigindo-se ao banheiro. Ouve-se barulho de água do chuveiro...
Já despida, a motoqueira aparece, deitando-se de barriga pra cima – pude apreciar todo seu corpo e, finalmente, ver um lindo rosto. Pelos seus traços, devia ter ente 30-35 anos; os seios pareciam duas perazinhas, as coxas eram bem grossas e o abdômen era bem torneado (provavelmente, ela devia ser uma assídua praticante de halteres).
Após deitar-se, a motoqueira ficou passando a mão no cabelo da Roberta.
– Venha cá, minha princesinha! Venha chupar minha xoxota.
Roberta começou a se arrastar na cama e, num dado momento, a motoqueira ergueu uma perna para que Roberta pudesse encaixar no meio de suas pernas. Após se posicionar, Roberta começou a trabalhar com a língua (pelo ângulo da câmera, era impossível visualizar as lambidas). Em segundos, a motoqueira gemia e brincava com os mamilos. Os gemidos da motoqueira eram de puro tesão e, sobretudo, pelo fato de ter levado uma das mãos para o meio das pernas (devia esfregar o grelinho).
– Vamos, lindinha, chupe! Ai, mais rápido!
Pressionando a cabeça da Roberta mais para dentro de si, ela disse:
– Não pare! Ai, vou gozar! Vou gozar, Ai! Beba todo meu melzinho, vai! Se você não beber, encho você de porrada, sua puta!
A motoqueira ficou se debatendo e jogando a cabeça para todos os lados. Depois que as contrações do orgasmo da motoqueira cessaram, Roberta repousou a cabeça sobre o tórax dela.
Substitui a fita por uma comum, como se nada de importante tivesse ocorrido para ser gravado, e dormi. Por volta das 4h00 da madrugada, acordei com um barulho de moto e, ao olhar pela janela, vi a motoqueira indo embora.
Fui pra casa com um tremendo ódio e tive vontade de exibir essa relação do Roberto na boate que freqüentamos, mas algo me dizia para pensar bem, antes de tomar qualquer atitude precipitada. A investigação não deveria continuar e por isso, depois de mais dois dias de vigilância, decidi dispensar os serviços da minha própria agência.
Fiquei mais de uma semana sem ver o Roberto. Por mais estranho que pareça, toda noite, assistia à fita e, numa determinada noite, tive um sonho erótico onde me via no papel da Roberta e o Roberto no papel da motoqueira. Percebi, finalmente, que o Roberto era uma mulher, pois possuía os mesmos hormônios e as mesmas necessidades sexuais. Entretanto, ela decidiu assumir essa postura de ativa, abrindo mão de suas necessidades naturais, isto é, o orgasmo.
Jamais sentindo orgasmo no papel de ativa, conforme ela mesma me confidenciou, talvez por isso, desde os 16 anos, portava-se como homem – seu lado mulher (mesmo encoberto pelo lado masculino) necessitava do prazer  do orgasmo e não sei de que forma iniciou essa relação com a motoqueira, descobrindo seu lado feminino.
As relações com a motoqueira não estão interferindo no seu lado masculino, pois longe da motoqueira, ela continua a ser um homem. Entretanto, o Roberto deve ter sofrido muito, em nome dessa relação com a motoqueira, pois, basicamente, abriu mão de todos os seus princípios.
Quem imaginaria que o Roberto se maquiaria, usaria batom e vestiria um baby doll? A própria motoqueira deve sentir-se como ser superior, pois tem plena consciência da existência do Roberto.
Sinto pena do Roberto, pois não sabemos até que ponto a motoqueira chegará. Por mim, jamais saberão do segredo dele. Afinal, essa descoberta confirmou minhas expectativas e amo ainda mais o Roberto.
Se você é do sexo feminino e deseja teclar, meu icq é: 225355945.

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