segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Viagem inesquecível

Eu me chamo Cris e meu namorado se chama Duda.Temos 23 anos e namoramos a 3. Nosso namoro por um período ficou meio morno, monótono mesmo. Como nos amamos muito, resolvemos fazer algo para melhorar o relacionamento. O Duda achou que uma viagem seria a melhor solução para nossos problemas. Concordei. Em um lugar diferente, somente nós dois, tudo seria mais fácil nos entendermos. Entretanto, ele cometeu um erro: chamou para irmos junto com o Rafa, amigo de infância dele, para uma casa que o Rafa tem em uma ilha linda e meio deserta.
Em princípio fiquei chateada, pois achava que estaríamos sozinhos, mas ele me convenceu que seria legal e acabei concordando.
Quando chegamos na ilha, o Rafa dispensou o casal que tomava conta da casa, alegando que isso nos daria mais privacidade. Estranhei mas não falei nada. Tomamos banho de piscina o dia todo.
À noite, depois do jantar, eu e Duda fomos para o quarto – ele parecia outro homem: transamos muito, como alucinados. Não nos importávamos com o barulho que fazíamos.
No dia seguinte, na hora do café, o Rafa perguntou se tínhamos dado uma festa no quarto. Fiquei meio sem graça, mas o Duda falou que foi festa sim! O Rafa, em tom de brincadeira, perguntou o porquê não ter sido convidado... O Duda, rindo, falou que o convidaria na próxima oportunidade. Rimos e fomos passear.
Na noite seguinte, quando fomos nos deitar, o Rafa nos relembrou que adoraria mesmo ser convidado para a festinha, se houvesse. O Duda não respondeu nada, apenas sorriu. Ele, sem mais nem menos, começou a me beijar e a me alisar ali mesmo, na sala de jogos onde estávamos. Fiquei surpresa porque ele era muito ciumento. Na realidade eu estava mesmo era excitada com a situação.
A coisa foi esquentando entre a gente e nem me lembrava mais que o Rafa estava nos olhando. Sem pudor algum, comecei a chupar o Duda que ficou descontrolado. Em seguida, ele me pediu para mudarmos a posição, pois queria me chupar também. Assim foi feito: lá estávamos fazendo um 69 vip para o amigo dele.
O Rafa não se fez de rogado. Se estava ali, queria participar também! Sem convite, não precisava, começou a me chupar juntamente com o Duda. Foi uma sensação jamais experimentada por mim.
Depois de um tempo de cunilínguas e felações, o Duda perguntou se o Rafa não queria ser o primeiro a me comer para compensar a noite anterior que o amigo ficou apenas na masturbação. Assim foi feito.
Depois, o Duda me comeu também. Nada nos fazia parar. Era um tesão que não passava. A noite corria e a gente nem se dava conta... Perdi o número de vezes que gozei e fiz aqueles dois homens gozarem. Foi uma noite de loucuras que se repetiu nos quatro dias que ficamos na casa.
Ao retornarmos nos despedimos na certeza de que viajaríamos outras vezes juntos.
Meu namoro com o Duda? Ficou tão bom que estamos pensando em morar juntos para podermos receber nossos “amigos” em casa.

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